ENVOLVER A MÚSICA, EXPRESSÁ-LA

Não sumi não, gente, só me perdi um pouco em uns eventos que me envolveram esses dias, e por falar em envolver, participei de uma reunião entre amigos ontem e achei tão contagiante e expressiva a energia que estávamos transpassando no final do encontro, que não vou me conter em não escrever sobre, por aqui. Detalhando o final dessa reunião, estávamos exatamente em uma roda, um amigo meu com um violão, queria eu estar com o teclado ali, mas nem precisou, usamos nosso próprio vocal para desenterrar e solfejar músicas tão gostosas e nostálgicas, que acredito que minha memória guardou esse momento como marcante. Cantamos tantas canções, que perdi a conta, mas algo me chamou a atenção, como é bom envolver a música em determinados momentos com pessoas agradáveis. Gosto de colocar a música em questão como, o ritmo, a sonoridade, os instrumentos, a adequação das notas, todo um conjunto que me tira do chão.

Eu não sou do tipo de pessoa que só gosta de jazz, isso seria muito chato, mas sou fascinada por ritmos diferentes, posso depois citar algumas músicas ou artistas que faço questão de ouvir sem parar hahah. É importante comentar sobre o ´´Dom´´, quando falamos sobre música, muitas pessoas possuem dons incríveis para a música, mas é claro que quando você não tem um dom para cantar ou tocar alguma coisa, isso não te faz um impotente para tal prática. Eu acredito que tenho um certo dom para a música sim, me envolvo facilmente com o piano, eu até poderia ir além se eu me permitisse, de vez em quando, mas me limito um pouquinho com as coisas ao meu redor.

É difícil se conter quando o assunto é gosto musical, vou deixar claro que respeito totalmente todos eles. É bem visível que de fato o estorvo, na verdade, o grande empecilho da música é a letra contida nela, e olha que eu me perco totalmente nessa parte, porque quando escuto uma música, eu entro na melodia e na sonoridade que, depois de um tempinho volto a perceber que existe uma letra e ela é totalmente importante. Esqueci de comentar que gosto de batuque hehehe , ritmos diferentes são geniais, tem uma bandinha que me amarro bastante, é a ´´Bixiga 70´´, adoro o instrumental deles e fico dançando doidona sozinha haha (sou dessas haha). Acho que todos os meus amigos sabem que me derreto com ´´Beirut´´, e, por acaso minha querida irmã sabe tocar Ukulele, e esse instrumento, ela faz questão de dizer que ´´NÃO É CAVAQUINHO GENTE´´haha, enfim, essa orquestra que considero contemporânea, chamada beirut, tem uma base incrível no Ukulele. Vou deixar abaixo um vídeo meu de brincadeira (sempre fico assim haha) com uma música do Hillsong United (outra banda que me prende haha) que estava tirando.

antes de partir pra estrada, uma brincadeira no teclado. yay

A post shared by Alexia Schuenck (@alexiaschuenck) on

SÓ MAIS UM POUQUINHO DE JAZZ

Estava um tempinho sem escrever aqui, hoje tive uma ideia interessante para postar, divulgar um pouco mais das histórias de muitos ícones do jazz, através de documentários. Eu particularmente gosto muito de assistir documentários, quem me conhece melhor, sabe disso (minhas leituras são baseadas em livros de fatos reais, calma, não gosto muito de mergulhar em biografias não, mas também não me encontro muito em leituras de fantasias e aventuras muito viajantes, eu me perco, juro, e odeio livros de autoajuda). As histórias desses gênios musicais são extremamente profundas, cativantes, e notoriamente conclui-se que, não era fácil respirar o jazz nessas epócas. Vou começar pela Billie Holiday, achei um filme fantástico, que retrata claramente a vida conturbada da Billie, e com sinceridade, só assisti duas vezes, ele é bem mais velho que eu haha, mas possui uma ótima produção relativa à época : Lady Sings the Blues (Original) – 1972, em portuga, para os mais íntimos, O Ocaso de uma estrela.billie Dirigido por Sidney J. Furie 144 minutos Elenco: Diana Ross, Billy Dee Williams, Richard Pryor Fiquei fascinada pela produção deste próximo documentário sobre o B.B. King , assisti uma vez e gostei muito, não tem como não gostar, esse é o rei do blues : B.B. King : The Life of Riley (2012) 123 minutos Diretor : Jon Brewer bb king Para quem se interessar pelo trailer, eis que ele está aqui: https://www.youtube.com/watch?v=CRVJ75BjKKM Próximo da lista, o grande Mingus, pelo nome do documentário, acredito que muita gente me “atacaria“ com a correção “Charles“, mas sim, escrevi certo, esse é o nome do filme. Retrata a vida de Charles Mingus e sua filha de 5 anos de idade em 1966. É um documentário clássico, curto, não ultrapassa 58 minutos, e mostra a vida documentada de Mingus, mostrando sua perspectiva na sociedade, na música. O mais interessante deste documentário é ver a participação do próprio Charles Mingus. Filme : Mingus: Charlie Mingus 1968 (1968) Produzido por : Thomas Reichman mingus Para finalizar, eu assisti um outro documentário criado pela BBC, muito bom, que envolve os discos geniais lançados na década de 50, por Miles Davis, Dave Brubeck, Charles Mingus e Ornette Coleman. Cada álbum desenvolveu o jazz de maneiras distintas, ao meu ver, fantásticas. O jazz para mim é algo tão espontâneo, que é notória as escalas modal, a variância entre baladas e sons mais ágeis em uma melodia. O documentário se chama : 1959 : The year that changed Jazz ( 2010) 1959 segue o link : https://www.youtube.com/watch?v=dou3aSZmEg0 Eu já assisti outros milhões de documentários sobre lendas do jazz, muitos deles passam no canal Arte 1 – entreternimento.

MELHORES AMIGOS : COLTS E BOTAFOGO

Como alguns sabem, sou bem apaixonada por esportes, porém não é tão fácil escolher um time para torcer, na verdade torcer mesmo, eu torço para dois times (ok, posso dizer que também torço para o Miami Heat, só não consigo colocá-lo no mesmo patamar do botafogo e dos colts): Botafogo(desde quando nasci e acredito que até quando eu morrer. Time do coração é assim, a gente nem escolhe) e os Colts ( ok, NFL, sim, eu entendo, e gosto de assistir, não conseguia pegar a temporada inteira, então, realmente eu comecei a torcer tem uns 2 anos). Aqui em casa somos 4, e de filhos, só eu e minha irmã.  Acho que a sorte de ter um homem como filho, para o meu pai não deu muito certo, mas quando comecei a curtir futebol, mesmo sempre adorando jogar vôlei, deixou meu pai feliz, já que ele sempre foi um fanático por futebol e em sua adolescência até jogava uma pelada “séria“, mas nem levou muito à sério esse carreira. Então, gostava de futebol e comparecia aos jogos do glorioso, tem como não entrar nessa família alvinegra tão bonita? Não, não mesmo. Entrei nesse estilo de vida, cultura, família, qualquer outro sinônimo que vocês costumam usar. Engraçado que no Brasil é tão natural você ter um time de futebol para torcer, que até entre as mulheres isso anda fazendo sentido, acredito que tenha muitas mulheres por aí que não sabem nem o que acontece durante um jogo de futebol (como as regras em geral), mas sabem com convicção para qual time torcem e quais são os jogadores mais atraentes haha( foi mal, mas é verdade).  Eu já li alguns tipos de livro sobre futebol, vou até citar dois dos meus favoritos, ”Veneno Remédio” de José Miguel Wisnik e ” la era del futbol” de Juan José Sobreli, estes narram a vida dos autores e suas posições em relação ao futebol, e mostram também alguns dos momentos históricos de grandes jogadores. Voltando a falar do Botafogo, eu reconheço que já fui muito mais fanática, mas a mentalidade muda com o amadurecimento relativo ao passar dos anos, ou deveria mudar ( não vou generalizar muito haha), acredito que hoje sou a típica torcedora REALISTA, me perdoem, tem muita gente que me critica com ” torcedor tem que acreditar, torcer e esperar o melhor do time”, eu juro para vocês que não falta perseverança da minha parte, mas se todas as coisas no momento não cooperam para um milagre, esse milagre tem muita chance de não acontecer ( é claro que acredito em milagres haha, mas acho que não vale a pena contar vantagem, quando esta não existe). Estou me segurando senão escrevo um livro só para contar dos momentos marcantes na minha vida em relação ao Botafogo.

A GRANDE MÁFIA DO UFC

Desde ontem estava meio confusa quando soube dessa notícia bombástica, para ser bem precisa. Todos nós sabemos que o UFC é uma grande ”máquina” de negócios, e com sinceridade, a maior parte deles omitidos para o público, por que, vamos combinar, no mundo dos esportes, na gestão de negócios, há referências legais e principalmente ilegais, e ainda pelo fato de ter uma altíssima circulação de dinheiro em questão. Para começar, eu não era uma big fan do lutador Jon Jones, apenas o admirava, por suas técnicas e o exaltava por causa disso, como faço com todo lutador que reconheço que é bom, porque gosto de MMA. Declaro big fan, a pessoa que conhece muitíssimo bem a história e trajetória do esportista, por isso não me incluia em tal titulação, até agora.

Não estamos falando de qualquer cara, o nosso campeão aqui entrou para a história do UFC em 2011, quando se tornou dono do cinturão dos meio-pesados do UFC. Eu gosto da história dele, por ele achar que era tão bom wrestler no colegial e querer sua vida no MMA, abandonando até a faculdade que cursava. Ele havia acabado de entrar no mundo do MMA e já estava  substituindo um lutador no UFC. Assisti o UFC 100 de novo só para poder escrever aqui, para mim, uma de suas melhores lutas no início de sua carreira. Nesta luta, Jon Jones se declarou o ”Cara” da cotovelada giratória, ainda amarrando o Jake O’Brien com jab direita e chutes altos e baixos no primeiro round. Vou contar o final, a melhor parte, em que aplicou aquela guilhotina que deixou Jake incosciente, depois de desistir da luta. Depois dessa luta, ele não parou, foi substituindo em outras lutas. O que marcou Jones, foi um de seus golpes ilegais (até hoje isso me irrita), suas cotoveladas ilegais. Não vamos deixar de lado suas grandes lutas, venceu o shogun no UFC128 (uma luta boa), ele demorou para lutar contra o Rashad Evans, então enfrentou o Lyoto primeiro (essa luta foi genial, o Lyoto controlou totalmente o primeiro round, mas não garantiu a vitória). Depois disso, muita gente andou amarelando para lutar contra o Jon Jones, principalmente no UFC 152, até que o brasileiro Vitor Belfort( sou uma grande fã dele) lutou contra, e , levou uma surra. Já falei muito sobre a sua história, agora vamos para a realidade.

Hoje acordei com outra notícia, vou postá-la aqui.

http://espn.uol.com.br/noticia/472905_demitido-por-maconha-lutador-se-revolta-com-apoio-do-ufc-a-jon-jones?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

Eu juro que tinha esquecido que o Matt Riddle tinha sido demitido do UFC por uso de maconha, ele ainda escreveu no twitter que o “UFC é lixo”, e que a demissão do evento foi a “melhor coisa que poderia ter lhe acontecido”. Além disso, ele republicou mensagem de seguidores que lhe declararam apoio, também revoltados com a postura do UFC. Riddle, que lutava como meio-médio no UFC, foi flagrado pela primeira vez em julho de 2012 e foi suspenso por 90 dias. Em fevereiro de 2013, o lutador realizou sua segunda luta desde o fim da suspensão, mas voltou a ser flagrado com maconha e acabou demitido.

Eu não sei como vai ser a reação do Dana White mediante a essa posição do Riddle em relação a atuação do Jones, e como eu não sou ”justiceira”, não cabe a mim sair dizendo quem está certo ou errado, só acho digno compartilhar essa realidade do UFC, que sempre traz escândalos envolvendo seus participantes. Outro dia comento sobre a Ronda Rousey e a Cris Cyborg, outro caso de imagem do UFC.

Como sou Botafoguense de corpo e alma hahah vou postar uma fotinho para descontrair!!!!jon jobson

ACORDEI COM VONTADE DE PRAIA MAS A VONTADE DE LEVANTAR DA CAMA NÃO FALOU MAIS ALTO

Para quem não sabe, eu nasci e sempre morei no Rio de janeiro (eu ia escrever ”na Cidade Maravilhosa” mas seria subjetivo demais haha), mas para quem confirma que o Rio de Janeiro é maravilhoso, sabe que a beleza natural é contemplável, as praias então, é, isso mesmo, as praias, prainhas, praianas, aqueles mares hipinotizantes, com ondas que te fazem sentir a essência do mar, da natureza, produção divina.

Eu não sei vocês, mas comigo funciona da seguinte forma, eu estudo o ano todo, faço estágio.. mas com a cabeça quando acumula muita informação e você precisa pensar no ”nada”, então esse ”nada” para mim é sempre, o fim de semana indo à praia, andando de bike, minhas horas vagas, quando não me ocupo para estudar nos fim de semana também. Aí você espera ansiosamente suas férias, ”praia todo dia, exercícios físicos toda hora, dormir sem ter hora para acordar, várias trilhas com amigos, viagens para outras praias”, esse pensamento latente a todo momento. Quando então chega sorrateiramente o descanso, em outras palavras, ”férias”. Enfim, no início, eu juro que aproveitei cada segundo me aventurando, mas depois do natal até agora, eu acordo com um desejo de praia, de ler e aproveitá-la, ao mesmo tempo aquela preguiça mascarada de sono, descanso, que persegue esse desejo. Para quem mora perto da praia, nem faz tanto sentido isso, mas juro que acontece, ainda mais comigo, por que sou do tipo de pessoa que não costuma planejar muito, sou espontânea demais, mas sem extremos, por favor. Enfim, novamente, estou indo aproveitá-la agora, vamos parar de preguiça boba haha, o RIO é maravilhoso sim, até postei aqui essa foto da praia costa azul na região dos lagos, adoro fotografar paisagens, é claro que o top das fotos, são as praias maravilhosas. Aaah e sim, eu sou da Barra da Tijuca e aproveito total a praia aqui.prainha

NOVO NO QUE SE TRATA DE BLOG

Então, janeiro de 2015 iniciando com todo vapor da fornalha carioca. Sou nova por aqui, mas já vi que nesse período de férias, vou começar a me dedicar nisso. Para quem não me conhece, é bom dar aquela resumida, me apaixono fácil por tudo que envolve esportes, jazz, constelações, e um pouquinho de cinema. Basicamente, esses serão os assuntos compartilhados por aqui. É estranho para quem nunca teve um blog, os pensamentos mais comuns que rodeiam a mente quando se cria um, são: ” É estilo diário?”, ”Devo escrever realmente tudo o que penso?”, ”será que muita gente irá concordar em tudo o que eu disser por aqui?”… e outros mil. Sempre é bom deixar claro que há uma liberdade de expressão por aqui (pelos menos isso,haha), no caso não se deve pensar em público alvo, que por sinal para minha pessoa, não existe neste blog. Há quem deva  gostar ou não. Para terminar esse post, vou recorrer um pouca da informalidade, mas nem tanto, apenas para suavizar a comunicação. Para quem também é novo por aqui, somos bem vindos!

MINHA ALMA É ”VELHA” SIM, ME AMARRO EM JAZZ

Engraçado que quase nunca paro para pensar nas boas influências que tive, elas apenas correm ao encontro das ondas das escolhas que tomo, no ”marzão” da minha vida, por que vamos combinar, influências começam por nós, pela nossa permissão de início. Meu pai foi o gênio que surgiu para intermediar esse meu relacionamento com o jazz, e para ser mais sincera, com a música em geral, que me fascina. ”Gratidão!”, sim , digo à ele sempre, que, sou grata por isso, não há embalo maior que o envolvimento com o ritmo, a sonoridade, a melodia, a doçura da harmônia na junção de instrumentos capazes de levar o seu subconsciente numa dança interminável com o inconsciente, é exatamente essa ideia que passeia na minha mente quando ouço um bom e velho blues, que me leva à extravagância do jazz.  Uma pena que a sociedade mais jovem hoje, acredito eu, não conhece tão pouco o som, quanto mais a história do jazz, quando não te julgam ao pronunciamento de ser considerado ”brega”, que bem é irrelevante para mim, mas vamos levar em consideração o respeito musical, no qual sou totalmente tolerante. Aos que considero amantes de jazz, acredito que não seja uma multidão, mesmo assim, vamos difundir o melhor do jazz em nossos tímpanos.

DIGA-ME OS GÊNIOS DO JAZZ

Alguns me perguntam, ”Alexia, quem você considera gigante do jazz?”  Essa pergunta sempre me deixa (NÃO ESTOU EXAGERANDO, EU JURO) com aquela sensação ”gostosa”, extremamente ”deliciosa” semelhante a mesma que te envolve quando você recebe uma carícia em seu ponto fraco corporal, exatamente igual. Não vamos prolongar, vou listar meus ”gigantes” aqui embaixo. Primeiríssimo indelével grandioso Miles Davis, seguido por John Coltrane, Louis Armstrong, Ella Fitzgerald, Edward Ellington, Dizzy Gillespie, Otis Redding, Chet Baker, Billie Holiday… eu também considero grandiosos Nina Simone, Nat king cole, Art Blankey, Charlie Parker, Count Basie, Charles Mingus, Sarah Vaugham, Theloniouns Monk, Chuck berry, BB king,  Dave Brubeck,… outros milhões que fazem do gênero blues, com uma ponte do jazz, ter um legado absurdo no mundo musical. E eu admiro esse gênero, admiro esses gênios musicais!